“Diagrama” é uma obra que pretende explorar o cruzamento dos elementos: de dois corpos, de dois seres, de duas acções simultâneas. Um abraço que se funde.

Esta obra foi criada para um coleccionador privado. 

“Esconde-Esconde” peça apresentada no contexto da open call “(O)postos Coincidentes” da Perve Galeria e Casa Mário Cesariny.

O que significa recuperar a pertença do seu próprio corpo? Uma alegoria ao universo das pessoas que se identificam com o género feminino. 

“Florir” peça criada para o estudo da tese de Mestrado de André Matos em Novos Media, sobre a implicação da Inteligência Artificial no mundo das artes manuais, partindo da premissa de como interage esta ferramenta digital, que surge de imediato sem regulamentação e como ameaça às artes no todo, nas artes e artesanato que só as mãos humanas conseguem produzir?

Um tríptico exposto na Casa das Artes Bissaya Barreto. O conjunto de peças retangulares limitam o olhar para momentos de intimidade, quase como janelas, momentos que outrora tiveram lugar naquele(s) lugar(es).

Uma casa pode desaparecer, mas não a memória sensorial dela. Os gestos, os movimentos, os sentimentos perduram, ainda assim, associados aos espaços.

O que fica quando parte do que somos se perde? O que deixamos nos outros e que era nosso? Que partes ficam espalhadas por aí, partes de ninguém e que já ninguém reclama nos perdidos e achados dos seres?

A reconstrução do “eu” pós a perda, a aceitação que se vai viver com a falta de alguém como de um braço.

Uma série limitada de 10 camisas pintadas à mão criadas a partir de um convite da marca de roupa sustentável “Cura by the sea” e o resturante “Chá-chá-chá”. Tal como cada camisa e cada prato, cada “colo” é único.

Como não há uma sem duas, a marca “Cura by the sea” convidou-me para criar a minha própria camisa de autora numa série limitada de 10 camisas pintadas à mão, inspiradas na liberdade.

A marca Sementha convidou-me para criar ilustrações sobre o tema da cura emocional e física através de processos naturais. Usando o nome, criei o conceito: o que vem da semente, aquilo que é semeado. Pensando na mancha aguada, diluí-a nas ilustrações, como a cura que se dissolve e espalha em nós.

A livraria feminista Greta convidou-me para criar uma ilustração para uma edição especial de 10 totebags para vender na livraria. O conceito “A literatura é que me atura” lê-se na sopa de letras que se espalha no totebag.